quinta-feira, 2 de abril de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Decisões que tenho que tomar
Sabe aquele dia em que você acorda querendo mudar alguma coisa ou todas as coisas da sua vida. Quando percebe que precisa de novos apaixonamentos, nova razão de viver? Mas para que isto possa acontecer são necessárias atitudes radicais e nem sempre podemos tomar estas decisões assim, inconsequentemente. è melhor pensar mais sobre o assunto.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Comprando gato por lebre
Só acontece comigo...
Um dia de outubro ou novembro de 2007,fui andar com meu marido na Lagoa do Taquaral.Terminada a caminhada, já saindo para pegar o carro, fui interpelada por uma loira simpática, carregando uma cesta de vime contendo três lindos, fofíssimos cachorrinhos. Não me contive e peguei no colo logo a femiazinha, tão pequenina e linda com uma cor dourada maravilhosa. Não perguntei a raça pois tinha certeza de que se tratava de uma lhasa-apso. Bem,de impulso dei meu telefone para a moça, Solange é o nome dela e fui para casa. Passei o fim de semana fora e na segunda-feira, logo cedo recebi um telefonema da Solange,dizendo que estava com a canhorrinha e que gostaria de trazê-la para que eu a visse novamente. Respondi que não queria ter um bichinho em casa porque meu marido não concordava, mas ela insistiu. Então resolvi dizer que não sabia nem que raça ela era e portanto não a compraria. Ela então pediu meu e-mail para mandar fotos da raça, segundo ela uma legítima shiht-tzu, com pais com pedigree, o que me possibilitaria também requisitar o da filhote. Dei o endereço de mail e voltei a dormir.Já tinha esquecido o assunto, quando o interfone tocou. Era a tal Solange. Educadamente resolvi recebê-la e então aconteceu o que não esperava. A tal me acusou de combinar a compra do animal, e alegando que deixou de vendê-la por isto,começou a forçar a compra. Enquanto isto, aquele delicado e tímido bichinho, ficou ali no mesmo lugar,tão abandonadinha, que meu coração enternecido não resisti.Foi como se tivessem colocado um bebe na porta de casa. Como ia deixá-la ir embora? Eu não podia. Então passei a negociar o preço.Acreditem, ela me pediu 900 reais pelo fato de se fêmea e shith-tzu, uma raça bem mais cara que o lhasa.Consegui negociar por 800 reais e dei os cheques, 4 de 200 reais. Ela me entregou a carteira de vacinação com uma vacina já vencida, e a tomada, segundo o veterinário que posteriormente consultei não era uma vacina confiável. Conforme a Mel foi crescendo, começei a compará-la com outras da mesma raça.Era diferente, assim como era diferente das lhasas. Procurei a tal Solange, que alegou não ser criadora e que o pedigree dos pais ainda estava com o canil onde ela os havia adquirido. Prometeu consegui-los, mas depois de muito esperar,e de inúmeros contatos via celular e e-mail, nada consegui. Sequer uma foto dos pais da Mel.Fiquei muito chateada por ter sido enganada, forçada a uma compra, e com raiva por ser tão facilmente enganada. A coisa boa é que a Mel é como um anjinho na minha vida. Linda, meiga e carinhosa. Nunca pensei gostar de um bichinho assim, mas me encho de ternura só de observá-la. Porém devo dizer que nunca superarei o fato de ter sido ludibriada.
Um dia de outubro ou novembro de 2007,fui andar com meu marido na Lagoa do Taquaral.Terminada a caminhada, já saindo para pegar o carro, fui interpelada por uma loira simpática, carregando uma cesta de vime contendo três lindos, fofíssimos cachorrinhos. Não me contive e peguei no colo logo a femiazinha, tão pequenina e linda com uma cor dourada maravilhosa. Não perguntei a raça pois tinha certeza de que se tratava de uma lhasa-apso. Bem,de impulso dei meu telefone para a moça, Solange é o nome dela e fui para casa. Passei o fim de semana fora e na segunda-feira, logo cedo recebi um telefonema da Solange,dizendo que estava com a canhorrinha e que gostaria de trazê-la para que eu a visse novamente. Respondi que não queria ter um bichinho em casa porque meu marido não concordava, mas ela insistiu. Então resolvi dizer que não sabia nem que raça ela era e portanto não a compraria. Ela então pediu meu e-mail para mandar fotos da raça, segundo ela uma legítima shiht-tzu, com pais com pedigree, o que me possibilitaria também requisitar o da filhote. Dei o endereço de mail e voltei a dormir.Já tinha esquecido o assunto, quando o interfone tocou. Era a tal Solange. Educadamente resolvi recebê-la e então aconteceu o que não esperava. A tal me acusou de combinar a compra do animal, e alegando que deixou de vendê-la por isto,começou a forçar a compra. Enquanto isto, aquele delicado e tímido bichinho, ficou ali no mesmo lugar,tão abandonadinha, que meu coração enternecido não resisti.Foi como se tivessem colocado um bebe na porta de casa. Como ia deixá-la ir embora? Eu não podia. Então passei a negociar o preço.Acreditem, ela me pediu 900 reais pelo fato de se fêmea e shith-tzu, uma raça bem mais cara que o lhasa.Consegui negociar por 800 reais e dei os cheques, 4 de 200 reais. Ela me entregou a carteira de vacinação com uma vacina já vencida, e a tomada, segundo o veterinário que posteriormente consultei não era uma vacina confiável. Conforme a Mel foi crescendo, começei a compará-la com outras da mesma raça.Era diferente, assim como era diferente das lhasas. Procurei a tal Solange, que alegou não ser criadora e que o pedigree dos pais ainda estava com o canil onde ela os havia adquirido. Prometeu consegui-los, mas depois de muito esperar,e de inúmeros contatos via celular e e-mail, nada consegui. Sequer uma foto dos pais da Mel.Fiquei muito chateada por ter sido enganada, forçada a uma compra, e com raiva por ser tão facilmente enganada. A coisa boa é que a Mel é como um anjinho na minha vida. Linda, meiga e carinhosa. Nunca pensei gostar de um bichinho assim, mas me encho de ternura só de observá-la. Porém devo dizer que nunca superarei o fato de ter sido ludibriada.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Hoje.
Comecei o dia bem. Fiz meu papel de maetorista e voltei para a cama.Que delícia, até perdi hora da terapia. Pensei em não ir, mas, de um impulso levantei e lá fui eu.Foi muito bom. Na sessão, em grupo, cheguei a conclusão que de perto, ninguem é normal e em toda família tem um louco,em qualquer sentido da palavra. Pensei em ir ao shoping, mas o carro me trouxe de volta para casa. Melhor. Assim não caio em tentação para gastar. Estou feliz.
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